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Tipos de Sujeito – Gramática Enem

Hora de revisar sintaxe! Um elemento importantíssimo na oração é o sujeito. Vamos rever como é classificada esta função sintática. Veja como usar corretamente cada um dos Tipos de Sujeito. e saber como usar cada tipo corretamente.

Sujeito é tudo aquilo que vem antes do verbo. É você garantindo uma boa nota no Enem ou no vestibular. Para atingirmos esse nobre objetivo, o sujeito desta oração deve dominar o que é o sujeito e em como se classifica. Vamos lá? Revisão sobre os Tipos de Sujeito.

O sujeito está inserido entre aquilo que se chama de termos essenciais da oração. Afinal, para que uma oração seja dotada de sentido, ela tem que, obrigatoriamente ter dois elementos, o sujeito e o predicado.

Exemplo:
João precisa tirar uma boa nota no Enem.

Neste caso, [João] é o sujeito da frase e [tirar uma boa nota no Enem] é o predicado. Bem simples, não é? Então, sujeito é aquele carinha que faz alguma coisa em uma oração, ele é o responsável por realizar a ação indicada na frase.

Um macete: quando temos dificuldade em identificar o sujeito, basta perguntas quem está realizando a ação. Quem precisa tirar uma nota boa? O João.

Agora, o João me diz que tudo isso é tão fácil que não precisa de macete nenhum, afinal, o João é muito inteligente. Não duvido disso, mas há alguns casos em que o sujeito pode se tornar um cara mais complicadinho e, por isso, precisamos ficar ligados.

 

Gramática - Tipos de Sujeito-FB

Tipos de Sujeito

Sujeito simples:

É quando possui apenas um núcleo e este núcleo é a ideia central dentro do sujeito.

Exemplo:
O dia | está nublado.
Como núcleo, temos a palavra dia.

Sujeito composto:

Quando possui dois ou mais núcleos.

Exemplo:
O caderno, o livro e a caneta | estavam guardados na mochila.
Caderno, livro e caneta são todos núcleos deste tipo de sujeito.

Sujeito oculto:

Aqui sabemos que existe um sujeito, mas ele não está explícito na oração. Reconhecemos ele através da terminação do verbo (desinência), da maneira como ele está conjugados.

Exemplo:
Cheguei atrasada para a aula.
A terminação -ei provém da primeira pessoa (EU) do pretérito perfeito do modo indicativo. Logo, sabemos que trata-se de um sujeito oculto referente à pessoa verbal já mencionada.

Sujeito indeterminado:

Ele não está expresso e não podemos reconhece-lo nem pela terminação do verbo bem pela identificação dos demais elementos aos quais o predicado se refere. Então, existem duas regras para reconhecê-los:

Exemplo:
Precisa-se de voluntários para a atividade.
O verbo está na terceira pessoa do singular, acompanhado do pronome “se”. Esta partícula “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito.

Exemplo:
Falaram mal de você na festa.
O verbo está na terceira pessoa do plural. Quando nos deparamos com este tipo de construção, é muito comum respondemos com “eles quem?”, o que comprova que não podemos determinar quem é o sujeito.

Sujeito inexistente ou oração sem sujeito:

Ocorre quando não existe um elemento ao qual o predicado se refere. Neste caso há regras específicas para este tipo de sujeito acontecer.

Exemplo:
Chove canivetes lá fora.
Verbos que indicam fenômenos da natureza como nevar, chover, relampejar, trovejar.

Exemplo:
muita corrupção na política.
Na casa havia quartos muito confortáveis.
Verbo haver no sentido de existir.

Exemplo:
Precisa-se de voluntários para a atividade.
O verbo está na terceira pessoa do singular, acompanhado do pronome “se”. Esta partícula “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito.

Exemplo:
(1) Faz semanas que ele não aparece.
(2) Fez muitos dias de sol durante as férias.
Verbo fazer indicando tempo (1) ou fenômeno da natureza (2)

Exemplo:
(1) São quinhentos metros daqui até a escola.
(2) Já é noite.
Verbo ser indicando distância (1) ou tempo (2).

Agora para guardar tudo bem direitinho em nosso HD mental, assista as videoaulas abaixo:

Fonte: Canal Predileção

Fonte: Canal GramáticaEmVídeo – Prof. Fábio Alves