Engenharia de Produção: o curso de graduação e o mercado de trabalho

Confira as atividades e oportunidades que envolvem uma das carreiras mais badaladas do mercado de trabalho recente. É um curso de múltiplas competências e oportunidades. Hoje, você confere tudo sobre o curso de graduação em Engenharia de Produção!

O profissional que se forma no curso de graduação em Engenharia de Produção possui um perfil multidisciplinar e tem afinidade com as ciências exatas e administrativas. Ele entende de todo o processo produtivo e pode atuar em diversas áreas, desde recursos humanos até logística.

É um engenheiro muito requisitado no mercado por conta da sua versatilidade. Projeta e aplica melhorias em sistemas de produção de bens e serviços através de técnicas e conceitos administrativos. Tem como objetivo otimizar o processo e reduzir desperdícios de materiais utilizados na produção por meio de um gerenciamento eficaz de máquinas, pessoas e meio ambiente.

A vida deste profissional é bem agitada e produtiva, por isso tem sido a escolha de muitos jovens na hora de prestar vestibular.

Engenharia de Produção: o curso de graduação e o mercado de trabalho

O curso de graduação em Engenharia de Produção

Matérias de Engenharia, Economia, Administração e Ciências Sociais fazem parte da extensa grade do curso de Engenharia de Produção. Álgebra, Desenho Técnico, Direitos Humanos, Física, Estatística, Projeto de Produto e Modelagem são algumas das matérias que o estudante terá pela frente.

Ao final do curso, o profissional se forma com uma gama de conhecimentos relacionados às áreas de desenvolvimento, produção e logística, além de noções de direito e gestão de pessoas. Vale ressaltar que algumas universidades possuem enfoque para habilitações específicas como, por exemplo, agroindústria, mecânica, gestão ambiental, etc. O curso tem duração média de 5 anos.

Os melhores cursos de Engenharia de Produção do Brasil

Confira abaixo as instituições públicas de ensino que possuem cursos de Engenharia de Produção avaliados com conceitos 4 ou 5 no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes).

O Enade leva em conta uma série de critérios, como: o desempenho dos estudantes do curso em uma prova realizada anualmente, o corpo docente, a infraestrutura, os recursos didático-pedagógicos, além dos programas de pós-graduação. Todos são sintetizados em um único indicador, que varia de 1 a 5.

Os cursos com nota acima de 3 são considerados satisfatórios pelo Ministério da Educação. Aqui, consideramos os melhores cursos com aqueles avaliados com conceito 4 ou 5 no Enade.

Conceito 5

  • Universidade Federal de São Carlos (Ufscar)
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV)
  • Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc)
  • Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (Unesp)
  • Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Universidade Federal do Paraná (UFPR)
  • Universidade Federal Fluminense (UFF)
  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  • Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
  • Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)

Conceito 4

  • Universidade de Brasília (UnB)
  • Universidade Federal de Sergipe (UFS)
  • Universidade Federal do Piauí (UFPI)
  • Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
  • Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
  • Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
  • Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
  • Universidade Federal da Bahia (UFBA)
  • Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
  • Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
  • Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA)
  • Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
  • Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
  • Universidade Federal de Pelotas (Ufpel)
  • Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
  • Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)
  • Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF)
  • Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)
  • Faculdade Professor Miguel Ângelo da Silva Santos (FEMASS)
  • Fundação Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)

O mercado de trabalho para Engenharia de Produção

As melhores oportunidades para o engenheiro de produção estão na região Sul e Sudeste, mas o crescimento do Nordeste e Centro-oeste abrem novas portas para quem optar pela profissão. Para exercê-la é preciso ter diploma e estar registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA).

É possível atuar em áreas de prestação de serviços, finanças, telecomunicações, varejo, indústrias, saúde e turismo. O salário médio inicial é de R$ 2.000 podendo chegar a R$ 12.000 para nível sênior, e multiplicar isso por dois ou três na direção de grandes empresas privadas.

Atividades que podem estar incluídas no dia a dia do profissional de Engenharia de Produção:

  • Gerenciamento de recursos humanos, financeiros e materiais;
  • Organização de mão de obra;
  • Análise de planilhas e balanço de estoques;
  • Estabelecimento de padrões de qualidade;
  • Gerenciamento de armazenamento e distribuição;
  • Definição da aplicação de recursos.

Assista a este vídeo da Universidade Federal de Goiás e saiba mais sobre a carreira de um engenheiro de produção:

O perfil do profissional após a formação

O Engenheiro de Produção que investir em cursos de especialização e fizer pós-graduação terá oportunidade de gerir cargos de alto escalão, como de gestão e direção, por possuir excelência em determinada área da profissão.

Devido ao rápido avanço tecnológico e movimentação do mercado de indústrias, este profissional precisa estar sempre atento às novidades, complementando sua formação e evoluindo no decorrer do tempo para não ficar ultrapassado. Deve pensar globalmente, conhecer as tendências e oportunidades.

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Post escrito por Ingrid Araújo – Estudante de Publicidade e redatora freelancer