Segunda Geração Modernista: resumo com Simulado de Literatura

A Região Nordeste se destaca com a temática da seca, do sertão, e dos engenhos de açucar. Os autores consagrados foram José Américo de Almeida, Rachel de Queiroz, e José Lins do Rego. Veja agora as características desta geração dentro do Modernismo:

A poesia da segunda geração modernista é a representação de um amadurecimento e um aprofundamento das conquistas da geração de 1922, pois nota-se a influência exercida por Mário e Oswald de Andrade sobre os jovens que iniciaram sua produção poética depois de ser realizada a Semana de Arte Moderna.

Veja nesta imagem a seguir, o quadro com o poeta modernista Murilo Mendes, feito por Guignard.Murilo Mendes, por Guignard. Segunda Geração Modernista

Nessa fase, o grande foco da prosa de ficção foram os romances regionalistas e urbanos. Preocupados com os problemas sociais, os autores aproximaram a prosa da linguagem coloquial e regional. Assim, ela mostrou a realidade de diversos locais do país, ora no campo, ora na cidade.

O marco inicial desta fase é a publicação do romance regionalista “A Bagaceira” (1928), de José Américo de Almeida (1887-1980). Nessa obra, ele relata o tema da seca e da vida de retirantes.

Outra obra a ser destacada é o romance “O Quinze” (1930), de Rachel de Queiroz (1910-2003), que aborda uma das maiores secas que assolou o Nordeste em 1915.

Merece menção também José Lins do Rego (1901-1957) autor do romance “Menino de Engenho (1932)”, narrativa ambientada nos engenhos nordestinos, cuja temática explora o ciclo de açúcar no Brasil.

Resumo sobre a Segunda Geração Modernista

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O Verso Livre na Poesia da Segunda Geração Modernista

Em sua forma, os novos poetas cultivam o verso livre e a poesia sintética, como, por exemplo, no poema Cota zero, de Drummond:

Stop.

A vida parou

ou foi um automóvel?

No entanto, é na temática que se nota a nova postura artística, que passa a questionar a realidade com mais força, além do artista se questionar como indivíduo e até mesmo como artista na sua tentativa de explorar e de interpretar o estar no mundo.

Com isso, tem-se uma literatura mais construtiva e mais politizada na segunda geração modernista, que não quer se afastar das grandes transformações desse período. O percurso de Murilo Mendes (1901 – 1975) no Modernismo brasileiro é bem interessante, pois das sátiras caminha para uma poesia religiosa, sem perder o contato com a realidade social.

Porém, como afirma o poeta, o social não se opõe ao religioso e, assim, lhe permite acompanhar todas as transformações vividas pelo século XX, tanto no campo econômico e político quanto no campo artístico.

Agora que você já revisou o tema, responda as 10 questões do simulado de segunda geração modernista:

A Segunda Geração Modernista – Simulado

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