Funções da Linguagem: Emotiva, Conativa, Poética, Fática, Informativa e Metalinguística. É Gramática Enem

Está pronto para o Enem? Acompanhe mais esta aula sobre as funções da linguagem, desta vez com foco nas funções conativa, fática e metalinguística

A classificação das seis Funções da Linguagem

Dependendo da intenção que se deseja alcançar no processo de comunicação, a linguagem em uso pode assumir seis diferentes funções: 1 – emotiva ou expressiva;  2 – referencial ou informativa; 3 – poética; 4 – conativa ou apelativa; 5 –  fática; e, 6 – metalinguística. Nesta aula, estudaremos as funções conativa, fática e metalinguística, e na sequência todas as outras três.

Função Conativa ou apelativa

Está centrada no receptor e possui o objetivo de influenciar o comportamento daquele que recebe a mensagem e também chamar a sua atenção. Essa função tem a intenção de fazer com que as pessoas mudem de atitude, em razão disso, é comum o emprego do verbo no modo imperativo, uso de vocativos.

Encontramos esse processo de comunicação em sermões, discursos, anúncios, campanhas publicitárias, placas de trânsito e até mesmo em uma receita de bolo.

Observe o anúncio publicitário do perfume Humor da linha Natura.4851.png

  • E se a gente levasse a vida com mais humor? / Talvez, a gente descobrisse / Um jeito mais leve de Se relacionar com quem está à nossa volta.
  • Reparando menos em chatices  / E mais nos pequenos prazeres.
  • Abrindo um pouco o sorriso / – Nem que seja pra rir de si mesmo.
  • Espalhe seu humor por aí, 
  • Divida uma risada com alguém.

 

Observação: Note que depois de todo um discurso de sedução, no final do poema há os verbos no imperativo (espalhe, divida) indicativos da função conativa.

A Função Fática da Linguagem

Leia o diálogo a seguir, que está no livro O melhor das comédias da vida privada, de Luís Fernando Veríssimo (página 84):

  • Não. Tem certeza de que nós fomos colegas?
  • – Tenho.
  • – Que engraçado. Eu não… Olha: desculpe, viu?
  • – O que é isso? Acontece.
  • – Esse café. Será que a gente pode…
  • – Claro. Fica pra outra vez.
  • – Desculpe, hein? Cabeça, a minha.
  • – Tudo bem.
  • – Então… Tchau.
  • – Ana Beatriz…
  • – Ahn?
  • – E se eu dissesse que meu nome é Martins?
  • – Mas não é.

 

Observação:  Nessa conversa entre os dois personagens anônimos, há falas através das quais poucas informações são transmitidas. No caso, o que se pretende é manter o contato entre eles.

Portanto, a função fática envolve o contato entre emissor e receptor para iniciar a comunicação, prolongar o contato, interromper o ato de comunicação ou testar a eficiência do canal.

Outro exemplo de função fática são os bate-papos na internet, as histórias em quadrinhos, algumas charges e tirinhas, como podemos observar a seguir:4894.png

Veja outro exemplo:
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(Toda a Mafalda. Quino : [tradutores Andréa Stahel M. da Silva… et.al.]. – São Paulo : Martins Fontes, 1993. p. 42.)

Função Metalinguística da Linguagem

Quando o código é usado para falar dele mesmo, também pode ser chamado de função metalinguagem. Os dicionários representam bem essa função, tendo em vista que ele define o significado das palavras, revelando o que elas são.

A função em questão está centrada no próprio código: uma poesia que fala da própria poesia, uma peça de teatro que explica o próprio teatro, uma pessoa que faz seu autorretrato são exemplos de função metalinguística.

Veja os exemplos a seguir na linguagem verbal e na linguagem não verbal.

 Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico

substantivo feminino

Rubrica: pneumologia.

Doença pulmonar (pneumoconiose) aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

O Auto-retrato

No retrato que me faço

– traço a traço –

às vezes me pinto nuvem,

às vezes me pinto árvore…

às vezes me pinto coisas

de que nem há mais lembrança…

ou coisas que não existem

mas que um dia existirão…

e, desta lida, em que busco

– pouco a pouco –

minha eterna semelhança,

no final, que restará?

Um desenho de criança…

Terminado por um louco!

(Mário Quintana)5027.png

Disponível em: <http://www.jgaraujo.com.br/antologia/mario%20quintana.jpg> 

A Função Predominante no texto

Para finalizar o assunto das funções da linguagem, é preciso saber que não existe função meramente pura quando redigimos, porém há aquela que predomina no texto.

Além disso, cada mensagem a ser transmitida está intimamente ligada à intenção do falante, às funções e aos elementos da comunicação, como mostra o esquema.7062.png

Função da Linguagem: Emotiva ou Expressiva

Leia a seguir a carta escrita por Jorge Amado a Zélia Gattai quando o escritor participava do Congresso da Paz, em Viena, em 1951. Essa carta é um exemplo de função emotiva.

Viena, 4

Meu amor,

Recebi hoje pela manhã teu telegrama, vou a buscar amanhã, segunda-feira, os remédios pedidos. Faço-te este bilhete durante uma reunião de Comissão para te enviar minha saudade a ti, a João e a Paloma.

Nunca tive tanto trabalho em toda a minha vida. Entro no local da reunião antes das 8 da manhã e saio sempre depois da meia-noite. Ontem saí 1 e meia da manhã e fui despertado com teu telegrama às 6h. Estou fatigadíssimo. Todo mundo vai sem novidade. Todos te enviam abraços.

Neste momento que te escrevo Dona Branca deve estar falando em plenário. Oh! Meu Deus!, que senhora chata. Já estou farto.

Fiquei contente em saber que todos estão bem. Beija os meninos por mim e recebe um beijo meu com toda a saudade e o carinho do teu

Jorge”.

(Revista Cult, 165 – ano 15, fev.2012 – in Dossiê Jorge Amado, p.41)

Com a leitura, você observa que o autor está centrado em si mesmo, revelando seus sentimentos e suas emoções (minha saudade a ti, Fiquei contente), por isso é comum a constância do pronome de primeira pessoa (minha, meu, mim) e verbos nessa mesma pessoa (recebi, tive, saio, escrevo…)

O texto manifesta também opiniões (Oh! Meu Deus!, que senhora chata). A realidade do autor é retratada de forma subjetiva, é o seu ponto de vista que está em jogo. Além dessas características analisadas, o ponto de interrogação, reticências e exclamações são sinais que revelam emoções do emissor.

Portanto, tudo o que em uma mensagem revelar emoções, sentimentos, opiniões e avaliações do emissor diante da vida pertencerá à função emotiva da linguagem.

Observe ao lado um exemplo na linguagem não verbal da função emotiva.4395.pngRevista Veja. São Paulo : Abril, n.31 – 03 ago.2011 – Panorama.

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Função da Linguagem: Referencial ou Informativa

Leia a notícia apresentada a seguir: 06/02/2007 – 13h37 – G1 – Planeta Bizarro

Polícia prende 155 cabras e leva todas de camburão para a delegacia

Devastaram plantação de tomate e milho de um argentino.

Verdadeiro dono não apareceu para pagar fiança.

MENDOZA, Argentina – O agricultor Antonio Vergel decidiu colher alguns dos tomates e milhos que cultiva em seu sítio em Mendoza, na Argentina e, quando pôs os olhos na plantação, seu coração gelou: uma quantidade inacreditável de cabras devorava tudo o que via pela frente.

Depois de tentar sem sucesso espantar a horda de invasores, Vergel ligou para a delegacia, segundo foi publicado no site argentino Infobae.

“Eram dez e pouco da manhã e o homem, alucinado, nos contava sua tragédia. Fomos ao local com um caminhão preparado para o transporte de animais, mas chegando lá vimos que eram realmente muitas”, declarou um dos policiais ao Los Andes online.

Uma a uma, elas eram colocadas no caminhão na condição de presas. Foram encaminhadas a um centro de detenção de animais da polícia em Los Corralitos.

Na mesma tarde, pelo menos três pessoas apareceram dizendo ser as proprietárias do rebanho. A polícia afirmou que não vai ser assim tão fácil tirar a bicharada da cadeia.

Elas foram enquadradas no código 114 do Código Penal argentino, e o verdadeiro dono das cabras vai ter que pagar uma nota para libertá-las. Sem falar nos tomates e milhos do agricultor inconformado.

(Disponível em: g1.globo.com/planeta-bizarro)

Você notou, que a notícia acima, o autor utiliza a linguagem de forma direta, objetiva e impessoal: não tece comentários ou expressa qualquer juízo de valor quanto ao assunto abordado. Além disso, os vocábulos não são empregados em sentido figurado, negando a possibilidade de mais de uma interpretação por parte do leitor. A mensagem foi organizada com a intenção de transmitir informação precisa.

Portanto, no texto em questão, predomina a função referencial (denotativa) da linguagem, centrada na informação.

Pode-se encontrar esse tipo de função em textos de caráter científico e jornalístico. Também predomina a função referencial na combinação do código não-verbal e verbal, como pode ser visto no exemplo.

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(Disponível em: blog.mcsx.net)

Redação Enem Nota 1000 – Veja como chegar lá:

Quatro passos para uma Redação Enem Nota 1000
1 – A Estrutura da Redação
2 – Como fazer a Introdução da Redação
3 – Como defender um ponto de vista
4 – Três técnicas para fazer uma boa Conclusão

 

 

Função da Linguagem: Poética

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A rosa de Hiroshima

Pensem nas crianças

Mudas telepáticas,

Pensem nas meninas

Cegas inexatas,

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas,

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas.

Mas, oh, não se esqueçam

Da rosa, da rosa!

Da rosa de Hiroshima,

A rosa hereditária,

A rosa radioativa

Estúpida e inválida,

A rosa com cirrose,

A anti-rosa atômica.

Sem cor, sem perfume,

Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes)

O poema A rosa de Hiroshima revela que o poeta desejava valorizar a mensagem a ser transmitida e, para isso, além de explorar o conteúdo (os efeitos da bomba), também se preocupou com a forma de construção do texto. Para construí-lo, o autor cultivou alguns recursos que são capazes de despertar no leitor certo prazer estético (pelo seu caráter inovador) e uma determinada impressão.

Dica 2 – Gramática Enem –  Veja aqui aula sobre as Variantes Linguísticas

Logo, quando o emissor se preocupa em enfatizar a construção e a elaboração da mensagem, tem-se o predomínio da função poética. Embora esta seja mais corrente em poesias também pode ser encontrada em textos publicitários, alguns textos jornalísticos (crônicas) e populares (provérbios) e romances (Iracema, de José de Alencar, por exemplo, é um poema em prosa).

Desafios sobre as Funções da Linguagem

Questão 1

Funções da linguagem são recursos de ênfase que atuam segundo a intenção do produtor da mensagem, cada qual abordando um diferente elemento da comunicação. Um texto pode apresentar mais de uma função, contudo há sempre uma que predomina. O texto a seguir consiste em um gênero textual, o qual é bastante comum em nossos dias: anúncio publicitário. Com base nesse gênero e no assunto sobre as funções de linguagem, analise as afirmativas.

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I – A função apresentada é a poética, pois se centra na mensagem e em como ela é transmitida, e em razão disso, o anúncio possui algumas figuras de linguagem.

 II – A função conativa é bem própria do gênero textual que foi apresentado.

III – Os verbos no imperativo são frequentes nos anúncios e conferem mais brevidade e impacto à mensagem que se deseja transmitir.

IV – O anúncio publicitário apresentado proporciona uma reflexão sobre o papel do cidadão em práticas de maus tratos aos animais.

V – Os verbos no imperativo, característicos da função referencial, não interferem na leitura do anúncio, uma vez que o uso deles se trata de uma questão meramente estilística.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

a) I.

b) II e III.

c) II, III e IV.

d) III, IV e V.

e) I e II.

Questão 2

Leia os textos 1 e 2 para resolver a questão.

Texto 1

O poder do e-mail

Um homem deixou as ruas cheias de São Paulo para tirar férias em Salvador. Sua esposa estava viajando a negócios e planejava encontrá-lo no dia seguinte. Quando chegou ao hotel, resolveu mandar um e-mail para sua mulher. Como não achou o papelzinho em que tinha anotado o endereço eletrônico dela, tirou da memória o que lembrava e torceu para que estivesse certo. Infelizmente, ele errou uma letra, e a mensagem foi para uma senhora, cujo marido havia morrido no dia anterior. Quando ela foi checar os seus e-mails, desmaiou. Ao ouvir o grito, sua família correu para o quarto e leu o seguinte, na tela do monitor.

“Querida, acabei de chegar. Foi uma longa viagem. Apesar de só estar aqui há poucas horas, já estou gostando muito. Falei aqui com o pessoal e está tudo preparado para sua chegada amanhã. Tenho certeza que você também vai gostar…

Beijos do seu eterno e amoroso marido.

P.S.: Está fazendo um calor infernal aqui”.

(Revista Língua Portuguesa, Ano 3, no 42, Abril de 2009,Editora Segmento, São Paulo, p.10)

 Texto 2

5171.png

Disponível em: <http://www.digestivocultural.com/blog/imagens/2238-1.jpg> Acesso em: 08 mar.2012.)

Após comparar os dois textos, é correto dizer que:

a) o texto 1 apresenta a linguagem padrão, com se observa nas expressões “encontrá-lo”, “uma senhora, cujo marido”; e os quadrinhos somente a linguagem informal, própria da fala.

b) o referente usado na carta “e-mail” e na conversa do sobrinho com o tio é igual.

c) nos textos percebemos símbolos linguísticos utilizados na comunicação escrita, como P.S no texto 1 e :.), no 2.

d) a função fática, que tem por finalidade abrir, manter e fechar o canal de comunicação, permeia-se por ambos os textos.

e) a comunicação processou-se pelo mesmo meio de comunicação e pela mesma maneira.

Questão 3

(UFAL)

O estudo dos gêneros não é novo, mas está na moda.

O estudo dos gêneros textuais não é novo e, no Ocidente, já tem pelo menos vinte e cinco séculos, se considerarmos que sua observação sistemática iniciou-se com Platão. O que hoje se tem é uma nova visão do mesmo tema. Seria gritante ingenuidade histórica imaginar que foi nos últimos decênios do século XX que se descobriu e iniciou o estudo dos gêneros textuais. Portanto, uma dificuldade natural no tratamento desse tema acha-se na abundância e diversidade das fontes e perspectivas de análise. Não é possível realizar aqui um levantamento sequer das perspectivas teóricas atuais.

O termo “gênero” esteve, na tradição ocidental, especialmente ligada aos gêneros literários, cuja análise se inicia com Platão para se firmar com Aristóteles, passando por Horácio e Quintiliano, pela Idade Média, o Renascimento e a Modernidade, até os primórdios do século XX. Atualmente, a noção de gênero textual já não mais se vincula apenas à literatura, mas é usada em etnografia, sociologia, antropologia, retórica e na linguística.

(MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008, p.147.)

A análise das características gerais do Texto revela que:

1) ele tem uma função predominantemente fática; nele prevalecem a descrição e a utilização de uma linguagem formal, que está adequada ao gênero em que o texto se realiza.

2) sua função é prioritariamente referencial, embora no início do segundo parágrafo se evidencie um trecho metalingüístico; do ponto de vista tipológico, é caracteristicamente expositivo.

3) nele, podem-se encontrar algumas marcas da oralidade informal; por outro lado, sua linguagem é eminentemente conotativa e, embora seja descritivo, apresenta vários trechos injuntivos.

4) ele é um texto típico da linguagem escrita formal, que apresenta um vocabulário específico, embora numa formulação simples; cumpre uma função informativa e está elaborado conforme a norma padrão da nossa língua.

Estão corretas apenas:

a) 1 e 2

b) 2 e 3

c) 3 e 4

d) 1 e 3

e) 2 e 4

Questão 4

Leia as diferentes definições sobre a palavra desejo: a primeira concepção retirada do dicionário Houaiss e a segunda, de Adriana Falcão. Em seguida, indique duas funções de linguagem possíveis para cada texto. Justifique.

 Desejo

Substantivo masculino

Ato ou efeito de desejar; aspiração humana diante de algo que corresponda ao esperado; aspiração humana de preencher um sentimento de falta ou incompletude; querer, vontade.

Rubrica: psicanálise.

Segundo Sigmund Freud, moção psíquica que procura restabelecer a situação da primeira satisfação; expectativa consciente ou inconsciente de possuir (um objeto) ou alcançar (determinada situação que supra uma aspiração do corpo ou do espírito); ambição, exigência.

Regionalismo: Portugal.

Pesar devido à ausência de (alguém ou algo); saudade. (Dicionário Houaiss)

 Desejo

Para o bebê, colo de mãe. Para mãe, riso de filho. Para os cabelos, vento. Para chuva, pára-brisa. Para brisa, rede. Para os olhos, paraíso. Para isolados, visita. Para visita, atenção. Para teimosia, não. Para adolescentes, chão. Para adulto, ser criança. Para sobreviver, trabalho. Para trabalho, pagamento. Para pobreza, justiça. Para cima, elevador. Para baixo, tobogã. Para casados, liberdade. Para solteiros, companhia. Para companhia, uma boa pessoa. Para pessoas em geral, alegria. Para coisas, nomes. Para menina, cor de rosa. Para flor, um regador. Para dor, anestesia. Para prazer, suspiros. Para as mãos, aperto. Para os pés, descanso. Para o cansaço, sono. Para mertiolate, sopro. Para agonia, calma. Para a alma, céu. Para um corpo, outro. Para a boca, beijo. E comida para todos.

(FALCÃO, Adriana. Pequeno dicionário de palavras ao vento. 2.ed. São Paulo: Planeta do Brasil, 2005.p.30)

Questão 5

Em um texto, quase sempre, aparece mais de uma função de linguagem. O essencial é notar aquela que predomina. No anúncio publicitário abaixo, existe mais de uma função. Identifique-as e justifique sua escolha.

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(Revista Veja. São Paulo : Abril. n.34. 24 ago. 2011.)

 Você consegue resolver estes exercícios? Então resolva e coloque um comentário no post, logo abaixo, explicando o seu raciocínio e apontando a alternativa correta para cada questão. Quem compartilha a resolução de um exercício ganha em dobro: ensina e aprende ao mesmo tempo. Ensinar é uma das melhores formas de aprender!