Modelos de Redação Enem nota mil: veja 10 textos premiados!

Confira textos dissertativos argumentativos que foram premiados pelos avaliadores da Redação do Enem. Todos eles alcançaram a nota máxima de mil pontos. Você também pode chegar lá. Veja os textos e as aulas gratuitas de Redação.

Conseguir nota mil na Redação do Exame Nacional do Ensino Médio pode parecer um sonho impossível. Mas, se você observar bem as regras abaixo e conferir os textos dos 10 Modelos de Redação Enem, logo vai perceber que dá sim para chegar lá.

Veja as cinco competências cuja soma resulta nos mil pontos da Redação:

  1. Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita;
  2. Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo;
  3. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista;
  4. Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e,
  5. Elaborar proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.

Cada competência vale até 200 pontos na correção da Redação do Enem. Isto significa que não basta escrever com uma boa qualidade de gramática, fluidez e dentro da norma culta. É preciso mais para escrever um texto que mereça a nota máxima!

Um modelo de Redação Enem avança também com a compreensão do tema; com a organização das ideias do candidato em articulação com fatos, dados e opiniões para construir uma argumentação apropriada.

Veja os Modelos de Redação Nota Mil aprovados pelo MEC

Redação Enem Nota 1000: Beatriz Albino Servilha (Rio de Janeiro – 2017)

Educação inclusiva   Durante o século XIX, a vinda da Família Real ao Brasil trouxe consigo a modernização do país, com a construção das escolas e universidades. Também, na época, foi inaugurada a primeira escola voltada para a inclusão social de surdos.

Não se vê, entretanto, na sociedade atual, tal valorização educacional relacionada à comunidade surda, posto que os embates que impedem sua evolução tornam-se cada vez mais evidentes. Desse modo, os entraves para a educação de deficientes auditivos denotam um país desestruturado e uma sociedade desinformada sobre sua composição bilíngue.

 A princípio, a falta de profissionais qualificados dificulta o contato do portador de surdez com a base educacional necessária para a inserção social. O Estado e a sociedade moderna têm negligenciado os direitos da comunidade surda, pois a falta de intérpretes capacitados para a tradução educativa e a inexistência de vagas em escolas inclusivas perpetuam a disparidade entre surdos e ouvintes, condenando os detentores da surdez aos menores cargos da hierarquia social.

Lê-se, pois, é paradoxal que, em um Estado Democrático, ainda haja o ferimento de um direito previsto constitucionalmente: o direito à educação de qualidade.

Além disso, a ignorância social frente à conjuntura bilíngue do país é uma barreira para capacitação pedagógica do surdo. Helen Keller – primeira mulher surdo-cega a se formar e tornar-se escritora – definia a tolerância como maior presente de uma boa educação.

O pensamento de Helen não tem se aplicado à sociedade brasileira, haja vista que não se tem utilizado a educação para que se torne comum aos cidadãos a proximidade com portadores de deficiência auditiva, como aulas de Libras, segunda língua oficial do Brasil.

Dessa forma, torna-se evidente o distanciamento causado pela inexperiência dos indivíduos em lidar com a mescla que forma o corpo social a que possuem. Infere-se, portanto, que é imprescindível a mitigação dos desafios para a capacitação educacional dos surdos.

Para que isso ocorra, o Ministério da Educação e Cultura deve realizar a inserção de deficientes auditivos nas escolas, por meio da contratação de intérpretes e disponibilização de vagas em instituições inclusivas, com o objetivo de efetivar a inclusão social dos indivíduos surdos, haja vista que a escola é a máquina socializadora do Estado.

Ademais, a escola deve preparar surdos e ouvintes para a convivência harmoniosa, com a introdução de aulas de Libras na grade curricular, a fim de uniformizar o laço social e, também, cumprir com a máxima de Nelson Mandela que constitui a educação como segredo para transformar o mundo. Poder-se-á, assim, visar a uma educação, de fato, inclusiva no Brasil (Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/leia-redacoes-nota-mil-do-enem-2017.ghtml )

Então, gostou da Redação da Beatriz Sevilha? Ela mandou muito bem, e você pode se inspirar no texto premiado com a nota máxima na correção do Enem para também conseguir chegar lá.  No Curso Enem Gratuito você encontra aulas completas sobre como fazer a Redação do Enem. Bora lá!

Dica do Blog: Aulão Descomplica Enem 2018 Gratuito

Inscrições Abertas para a Maratona dos dias 3 e 10 de novembro. Na véspera das provas os professores do cursinho Descomplica criaram 12 horas gratuitas de revisão com os temas que mais caem nas provas. É o Aulão Enem Gratuito do Descomplica.

E têm convidados: Fernando e Sorocaba, MC Estudante,  e Pankadon. É grátis. Faça aqui sua inscrição no Aulão Descomplica  e avise a galera. aulão Enem Descomplica inscrição gratuita

Redação Enem nota 1000: Tainá Josino da Rocha

Confira o texto de Tainá Josino Rocha no Enem. Ela mandou bem, conseguiu a nota mil, e ainda entrou para Medicina vencendo as Notas de Corte do Sisu na UFCE. Confira a Redação com o Tema ‘A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira’.

Veja o modelo de redação nota mil escrita por Tainá Rocha Josino:

Apesar de destacar enquanto potência econômica mundial, o Brasil ainda vivencia problemas sociais arcaicos, como a persistência da violência contra a mulher. Diante da gravidade desta questão urge a mobilização conjunta do Estado e da sociedade para seu efetivo combate.

A violência contra a mulher no Brasil está atrelada, entre outros fatores, ao processo histórico do país. A herança do patriarcalismo colonial ainda é sensível em nossa cultura, sendo evidenciada, inclusive, em discursos de várias pessoas públicas, como candidatos à presidência ou à liderança de comissão de Direitos Humanos. Mesmo que extremamente retrógrado, o machismo segue sustentando o consciente coletivo de suposta superioridade masculina, e, lamentavelmente, proporcionando a inúmeras mulheres cotidianos humilhantes, com afronta a seus direitos humanos mais básicos.

É justo reconhecer, no entanto, as iniciativas públicas e privadas que têm como objetivo a debelação dessa triste realidade. Por exemplo, a lei Maria da Penha, em vigor desde 2006, já um marco democrático para o Brasil, pois contribui exemplarmente para a proteção da dignidade e soberania da mulher, em uma tentativa legítima de reverter o cenário violento contra esse gênero. Juizados e varas especializadas neste âmbito foram criados, denúncias de opressões foram estimuladas, entre outras ações admiráveis, contudo, isso não tem sido suficiente para anular o número de vítimas.

Dentre os agentes e impossibilidades do fim desse tipo de agressão, destaca-se a infraestrutura inadequada para este tipo de investigação de possíveis abusos, apreensão de agressores e sua devida prisão. A falha acarreta constante impunidade e altos índices de reincidência de agressões, que podem se agravar e se tornar fatais. Também há carência de profissionais preparados para acolher a vítima e dar-lhe apoio psicológico.

Além disso, o desconhecimento ou até descrédito da população quanto ao amparo jurídico dado às vítimas de violência resulta na escassez de denúncias frente ao real número de agressões.

Portanto, para que haja o fim deste cenário violento contra a mulher, é imprescindível esforço coletivo. O Estado deve otimizar a infraestrutura destinada a essa seara, ampliando o número de delegacias da mulher, por exemplo, além de se unir a instituições profissionalizantes, com o fito de capacitar cada vez mais profissionais que lidem de forma mais positiva possível com a proteção dos direitos femininos.

A população, previamente orientada por campanhas públicas e por eventos culturais, contribuirá denunciando agressões. A educação é ponto nevrálgico deste processo, de forma que as escolas precisam promover debates e seminários acerca do tema, a fim de consolidar valores morais e éticos nesta geração e nas futuras.

Através dessas e outras medidas de promoção da cidadania a sociedade brasileira se tornará cada vez mais sensata e consciente de sua responsabilidade no combate à violência (covarde, desproporcional e insustentável) contra a mulher.

Gostou do texto da Tainá? – Veja uma entrevista do Blog do Enem com ela, e confira as dicas de estudo de uma campeã na Redação do Enem.

Aula Gratuita sobre a Estrutura da Redação do Enem

Veja agora um vídeo com uma aula da professora Tharen Teixeira, do Canal Curso Enem Gratuito, para você aprender os fundamentos da Estrutura do texto dissertativo-argumentativo. Em cinco minutos, um resumo completo para você. Confira:

Gostou da aula da Tharen? Então, se você quiser complementar seus estudos, veja uma aula sobre A Estrutura da Redação.  Confira agora mais um dos dez modelos de Redação Enem Nota mil.

Veja mais 10 Modelos de Redação Enem nota 1000

1 – Candidata: Mariana Pereira Pimenta, 17 anos (RJ). Enem 2014. Tema: A Publicidade Infantil em Questão no Brasil

A publicidade vem sendo valorizada com a constante globalização, onde o marketing se apropria em atingir diferentes parcelas populacionais. A questão da publicidade infantil vem ganhando destaque no cenário mundial, sendo criticadas suas grandes demandas dirigidas à criança, persuadindo-as em favor do consumismo.

Com a crescente classe média do país, onde milhares de brasileiros são favorecidos pelos créditos governamentais, o consumismo vem afetando toda essa parcela populacional, deixando no passado a falta de eletrodomésticos e a participação social favorecida as elites. Com participação das principais mídias, agrava o abuso do imaginário infantil ao mesmo tempo em que favorece na distinção do benéfico e maléfico ao padrão de vida individual.

É cabível que a anulação da publicidade infantil põe em xeque os ideais democráticos, confrontando tanto as famílias como o mercado publicitário, discriminando tal faixa etária ao mesmo tempo prejudicando o mercado consumidor, fator que pode levar a uma crise interna e abdicar do desenvolvimento comercial de um país subdesenvolvido.

Portanto, a busca da comercialização muitas vezes abrange seu favorecimento através do imaginário infantil com os ideais seguidos por seus ídolos. Entretanto, é de responsabilidade dos pais na conscientização do bom e/ou ruim, em conjunto com a escolaridade infantil na abdicação do consumismo ao mesmo tempo em que o governo estude medidas preventivas que busquem o controle da exploração publicitária sem que atrapalhe o andar econômico do país.

2 – Candidata: Nathalia Cardozo, 19 anos (RJ).

Modelo de Redação Enem nota mil – Enem 2014

Produtos e serviços são necessários a qualquer sociedade. Dentre eles, estão serviços de planos de saúde, financiamento de moradias, compra de roupas e alimentos, entre outros elementos presentes no âmbito social. A publicidade e a propaganda exercem papel essencial na divulgação desses bens. No entanto, é preciso atenção por parte dos consumidores para analisar e selecionar que tipos de propagandas são fidedignas, e no caso de publicidade direcionada a crianças e adolescentes, essa medida nem sempre é possível.

Em um primeiro plano, é importante constatar que as crianças não possuem capacidade de analisar os prós e contras da compra de um produto. Nesse sentido, os elementos persuasivos da propaganda têm grande influência no pensamento dos indivíduos da Primeira Idade, já que personagens infantis, brinquedos e músicas conhecidas por eles estimulam uma ideia positiva sobre o produto ou serviço anunciado, mas não uma análise do mesmo. Infere-se, assim, que a utilização desses recursos é abusiva, uma vez que vale-se do fato de a criança ser facilmente induzida e do apego às imagens de caráter infantil, considerando apenas o êxito do objetivo da propaganda: persuadir o possível consumidor.

Além disso, observa-se que as ações do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) são importantes, porém insuficientes nesse quesito. O Conar busca, entre outros aspectos, impedir a veiculação de propagandas enganosas, porém respeita o uso da persuasão. Assim, ao longo dos anos, pode-se perceber que o Conar não considera o apelo infantil abusivo e permitiu a transmissão de propagandas destinadas ao público infantil, já que essas permanecem na mídia. Diante desse raciocínio, é possível considerar a resolução do Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) válida e necessária para a contenção dos abusos propagandísticos evidenciados.

Tendo em vista a realidade abusiva da propaganda infantil, é necessário que o Conar e o Conanda trabalhem juntos para providenciar uma análise ainda mais criteriosa dos anúncios publicitários dirigidos à primeira infância, a fim de verificar as técnicas de indução utilizadas. Ademais, a família e o sistema educacional brasileiro devem proporcionar às crianças uma educação relacionada a questões analíticas e argumentativas para que, já na adolescência, possam distinguir de maneira cautelosa as intenções dos órgãos publicitários e a validez das propagandas. Dessa forma, será possível conter os abusos e estabelecer justiça nesse contexto.

Modelo de Redação Enem nota mil

3 – Candidata: Rosely Costa Sousa, 28 anos (MA). Tema: A Publicidade Infantil em Questão no Brasil – Enem 2014

A grande preocupação hoje, nas políticas públicas, é propiciar um melhor atendimento integral à criança, principalmente no que se refere ao desenvolvimento moral, social, político e cultural enquanto sujeito ativo e participante dos plenos direitos e deveres na sociedade, conforme as normas declaradas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Sabe-se que a educação, tanto nas escolas quanto no lar, é a melhor opção para se chegar a um objetivo promissor, além de promover o desenvolvimento integral da criança, porém tal fato tem sofrido mudanças ultimamente decorrentes do avanço tecnológico e de inovações ideológicas quanto à forma de aprimorar e preparar a criança, desde o nascimento, para receber as informações que há no mundo exterior. Diante disso, as escolas e os pais devem preocupar-se em desenvolver na criança, o seu lado consumidor, através de situações do dia a dia, auxiliando-a e orientando-a a se tornar um bom consumidor, sendo necessário e importante para se obter uma aprendizagem significativa da sua realidade.

Em relação à publicidade infantil, percebe-se que a tendência das empresas e fabricantes de produtos infantis é aumentar seus negócios e divulgar seus produtos infantis tendo como alvo, o universo infantil, o que isso, sobretudo, recai nas responsabilidades dos adultos que acabam cedendo-a a adquirir, de forma compulsiva, o produto anunciado.

No Brasil, a publicidade infantil é comum, principalmente em datas comemorativas tais como Dia das Crianças e Natal, porém defende e apoia a legislação que controla e evita abusos do setor que realiza tal publicidade.

No entanto, espera-se que a publicidade infantil assuma um caráter educativo, apesar de ser persuasivo, não afetando os direitos e os deveres da criança, dentro das normas contidas na legislação do país. As escolas e, sobretudo os pais, devem orientar as crianças a tornarem-se bons consumidores, realizando a escolha certa do produto, conscientes de suas atitudes na sociedade em adquirir tal produto a fim de não tornarem-se consumidoras compulsivas.

4 – Modelo de Redação Enem nota mil

Autora Yarina Lange. Tema da Redação do Enem 2012: Imigração para o Brasil no século XXI. Fonte do texto do modelo de Redação Enem nota mil: http://oglobo.globo.com/arquivos/redacao-enem-mil-pontos.pdf

Catalisador estrangeiro
No final do século XX, o país passou por um período de grande prosperidade econômica que ficou conhecido como “Milagre econômico”. O otimismo gerado por essa conjuntura traduziu-se em uma frase que permanece, até hoje, na cultura popular: “Brasil: o país do futuro”. O crescente número de imigrantes que buscam terra tupiniquins, porém, revela que talvez o futuro esteja próximo de chegar.
Dessa forma, é preciso enxergar a oportunidade de crescimento que tal fenômeno representa e propor medidas que maximizem os benefícios e minimizem os problemas.Em um primeiro plano, deve-se entender que o aumento do contingente populacional gera uma série de problemas para o local de destino. Nesse sentido, a qualidade dos sistemas de saúde, segurança e educação que já não é ideal, no país, torna-se ainda mais precária caso não haja a definição do limite de absorção de imigrantes por cidade.
Logo, faze-se necessário a ampliação da fiscalização das fronteiras do país pelas forças armadas para que haja maior controle do número de pessoas que desejam viver no país, além de uma melhor administração do local de destino, evitando locais que já apresentam inchaço populacional.Entretanto, ainda que haja um limite de indivíduos, aqueles que aqui se estabelecem não são inseridos na sociedade e acabam por incrementar o setor informal da economia, quando poderiam contribuir para o crescimento do país, principalmente em setores onde há carência de profissionais, como na construção civil.
Para amenizar ta quadro, as ONG’s poderiam oferecer cursos de profissionalização aos imigrantes, aproximando-os da dinâmica social do país. Afinal, não basta oferecer apenas água e alimentos como fez o governo no caso da chegada de 500 haitianos no Acre, ano passado.Torna-se evidente, portanto, que o país precisa administrar de forma mais consciente a expressiva chegada de imigrantes.
Com esse objetivo, além das medidas anteriormente citadas, a criação de uma “cartilha do imigrante” ajudaria no estabelecimento desses indivíduos uma vez que eles ficariam cientes de suas possibilidades, sendo papel do Governo elaborá-la. Com os imigrantes incrementando não só a cultura como a economia, a reação social de transformação em país do futuro, certamente será agilizada.

Dicas de Redação do Blog do Enem:

– Agora você têm uma área especial para as Dicas de Redação Enem nota 1000 aqui no Blog. Todas as aulas gratuitas, os textos de apoio e as orientações para uma boa dissertação argumentativa estão reunidos aqui para você: https://blogdoenem.com.br/redacao-enem-aulas/

Confira também uma Redação Enem 2015 com nota de 960 pontos.

A autora mandou bem  na Redação e nas Notas de Corte. Passou para Odontologia na UFMG. Veja o texto da Arianne Correa, e depois siga com mais Redações Enem Nota 1000:

“Não serei livre enquanto não houver mulheres que não o são, ainda que minhas algemas sejam bastante diferentes das delas”, Audré Lorde escreveu essa frase para demonstrar que é a favor da igualdade de gênero e que se preocupa com a violência contra a mulher desde o século XIX, as mulheres conquistaram muitos direitos, entre eles o direito de votar e a entrada no mercado de trabalho. No entanto, ainda hoje, infelizmente, presenciamos o machismo na sociedade e, com ele, a violência contra a mulher. Com base nisso, a Lei Maria da Penha foi implantada a fim de prevenir a persistência da violência contra a mulher e punir os agressores. Contudo, enfrentamos vários problemas: pouca efetivação dessa lei, falta de denúncias por parte das mulheres agredidas e a influência da mídia expondo na televisão a desigualdade de gênero.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça, a implementação da Lei foi significativa, porém não satisfatória, pois não contem a violência como era esperado. Nos últimos anos 5 anos, foram registrados 66.000 processos que envolvem a Lei, ou seja, 13.000 por ano. Esse é um dado alarmante que mostra a persistência dos agressores mesmo depois dessa Lei. Além disso, de acordo com o Tribunal Regional de Justiça de Belo Horizonte, a cada 6 mulheres agredidas, apenas 2 denunciam, pois sabem que o agressor somente é preso no dia do flagrante e depois espera o processo em liberdade. É importante salientar que muitas crianças presenciam tal violência contra a própria mãe.

Ademais, a cultura da sociedade é muito influenciada por padrões midiático, que sempre ditaram comportamentos do indivíduo. Novelas e filmes, por exemplo, que contêm cenas de agressão contra a mulher e de desigualdade de gênero “invadem” a vida de muitas pessoas, as quais seguem esse exemplo. Isso mostra o retrocesso de parte da sociedade, pois depois de muitas conquistas feitas pelo Brasil e pelas mulheres, muitas pessoas ainda são influenciadas e deixam seus filhos serem influenciados de forma negativa pela mídia. “Criança que cresce vendo o errado aprende o errado”. (Leonardo Sakamoto, jornalista).

Dado isso, é de suma importância que o governo federal agilize os julgamentos de cada processo e aumente a fiscalização da efetivação da Lei Maria da Penha, com mais policiais nas ruas. Além disso, atores e jornalistas de segmentos sociais contra a violência, através da mídia, realizem debates de conscientização da sociedade acerca da importância de denunciarem a violência. E as escolas através, através de disciplinas como ética e cidadania, promovam o pensamento crítico dos jovens ensinando o respeito e a igualdade de gênero a fim de erradicar a violência.”

Correção de redações

Na sua preparação para o Enem, a nossa dica é submeter suas redações à correção por um professor que conheça o padrão exigido pelo MEC. Afinal, às vezes nós cometemos erros graves como a fuga do tema e nem percebemos na hora de escrever.

Com os seus textos corrigidos, você terá uma visão realista da qualidade da sua escrita e saberá o que precisa melhorar para até a prova! Sabendo da importância da redação para quem vai prestar o Enem este ano, o cursinho Descomplica incluiu a correção de redações todos os pacotes!

Clique aqui para conferir todos os cursos do Descomplica que incluem a correção de redações!

Clique nos links abaixo e confira mais Redações Enem nota 1000

5 – Lívia Marotta, 17 anos, estudou no _A_Z

6 – Isabelle Wauters, 17 anos, estudou no _A_Z

7 – Luisa Borges, 18 anos, estudou no Colégio Pitágoras Cidade Jardim, em Belo Horizonte

8 – Thamires Rocha, 19 anos, estudou no pH

9 – Gabriela Antonini, 18 anos, estudou no pH

10 – Igor Cavalcanti, 17 anos, estudou no pH

11 – Juliana Sousa, 19 anos, estudou no Miguel Couto

12 – Maria Margarida Canan Drehmer, 23 anos, estudou no Positivo, de Curitiba

13 – Eudes Wélber Inácio Santos, 21 anos, estudou no Poliedro, de São José dos Campos

14 – Daniela Peccin, 16 anos, estudou no Curso Fator no Rio de Janeiro

15 – Larissa Gama de Paula, 16 anos, estudou no Colégio Militar do Rio de Janeiro

16 – Flávia Campos Sardinha, 29 anos, se formou no Colégio Cruzeiro do Rio de Janeiro em 2001