Como fazer um texto dissertativo-argumentativo

O texto dissertativo-argumentativo exige que o estudante construa e defenda seu ponto de vista. Nele, precisam constar argumentos válidos! Entenda tudo nessa aula.

Antes de mais nada, você precisa entender que está aqui para melhorar a sua redação. Dessa forma, é preciso entender o que é um texto dissertativo-argumentativo, qual a sua estrutura e como posso escrever um bom texto nesse formato.

Além disso, o texto dissertativo-argumentativo é, de longe, o mais cobrado nos vestibulares, mesmo não sendo obrigatório na maioria deles. Mas, ele é obrigatório no Enem, por exemplo, e por isso você deve ficar muito atento às suas características.

O que é um texto dissertativo-argumentativo?

Primeiramente, o texto argumentativo dissertativo exige que o estudante construa e defenda seu ponto de vista. Essa é a base da construção da estrutura desse gênero textual.

Dessa forma, você deve propor uma tese inicial e apresentar argumentos que sustentem o seu principal ponto de vista na redação. Seja para o Enem, vestibulares ou Encceja. 

É muito importante notar que na prova do Enem existe um porém: é necessário construir uma proposta de intervenção. Ou seja, sugerir uma mudança possível a ser feita, levando em consideração a perspectiva dos Direitos Humanos.

Em outros vestibulares, você pode apenas concluir o seu texto e fechá-lo de maneira coerente, que traga um apanhado de tudo o que já foi dito anteriormente.

De acordo com o gênero textual, os elementos centrais para você estruturar o texto dissertativo-argumentativo na hora de fazer a redação são estes:

  1. Introdução (tese e o ponto de vista);
  2. Desenvolvimento (argumentos);
  3. Conclusão (proposta de intervenção).

Estrutura do texto dissertativo-argumentativo

Agora que você já entendeu o que é um texto dissertativo-argumentativo, vamos analisar a estrutura do mesmo.

O macete para construir sua redação é entender o passo a passo. O texto dissertativo-argumentativo é formado pelas 3 estruturas anteriormente citadas. Em primeiro lugar vem a introdução, na qual será colocada a tese e o seu ponto de vista sobre o tema.

1) Introdução

Assim, a introdução equivale ao primeiro parágrafo. Nessa parte você fará a apresentação do problema e de suas principais abordagens. Da mesma forma, sua tese principal deve estar aqui.

Os argumentos que vão explicar e defender seu ponto de vista estarão nos parágrafos seguintes. Dessa forma, você irá direcionar o olhar do leitor para seguir sua linha de raciocínio.

Ou seja, se você abriu sua prova e se deparou com a questão “saúde pública no Brasil’, é na introdução que você deverá indicar qual o seu posicionamento.

Logo, você se deparará com algumas questões, por exemplo: você vai criticar o sistema de saúde brasileiro? Vai elogiar? Vai divagar sobre sistemas de saúde do mundo? E por assim vai.

2) Desenvolvimento

Os dois ou três parágrafos depois da introdução compõem o desenvolvimento. É a partir do segundo parágrafo que você vai defender a tese apresentada na introdução.

Nesse sentido, cada parágrafo do desenvolvimento deve apresentar argumentos que sustentem as afirmações anteriores. Dessa forma, será possível analisar de forma profunda e contextualizar sua ideia principal.

3) Conclusão

No parágrafo final da dissertação, você deve retomar o que apresentou na introdução, de modo a reforçar o problema discutido até aqui. Nos vestibulares, você encerra seu texto assim.

Porém, no Enem vemos uma grande mudança. A diferença é que, na conclusão do texto dissertativo-argumentativo, você apresentará soluções sobre as questões levantadas anteriormente. É o que chamamos de “proposta de intervenção”

Nesse sentido, as frases-chave de cada parágrafo também deverão ser retomadas. Dessa forma, quando o leitor terminar a leitura, estará certo de que você propôs as melhores soluções possíveis.

Por onde começar a construção do texto?

Primeiramente, leia o tema e os textos motivadores. Interpretação de texto é o fundamento para você ler e realmente entender o enunciado.

Esse será o seu grande ponto de partida para entender como fazer um texto dissertativo-argumentativo e obter sucesso na pontuação.

Uma leitura atenta evitará que você cometa um dos erros mais comuns dos estudantes: fugir do tema. Razão pela qual muitas redações ganham nota zero. Por isso, é tão importante garantir uma boa interpretação do texto dissertativo-argumentativo.

Você deve estar se perguntando: como garantir que eu entendi o tema proposto? A princípio, elabore perguntas sobre o assunto. Faça uma espécie de questionário e reflita sobre os pontos levantados. Por exemplo:

  1. Qual o problema?
  2. Por que se trata de um problema?
  3. Quais as causas para tal problema?
  4. Há alguma solução?
  5. Como e por que colocar tal solução em prática?
  6. Como essa proposta pode, de fato, resolver o problema?

Respondendo às perguntas e mantendo a coerência

Todas essas perguntas fazem parte do que chamamos de brainstorming. Uma vez respondidas essas questões, elabore um projeto de texto e defina com mais detalhes a tese a ser defendida.

Dentro das suas respostas e argumentos, julgue aqueles que você tem mais domínio. Ou seja, aqueles que conseguirá argumentar sobre. Após esse início, comece a rascunhar a estrutura do seu texto.

Isso é: o que você irá dizer na introdução? Existe um dado importante dos textos motivacionais que posso transcrever para embasar minha introdução?

Minha tese e meu desenvolvimento abordarão que tipo de reflexão? E por assim em diante.

Apresente seus argumentos ao longo do texto dissertativo-argumentativo de forma harmoniosa para que a leitura do texto seja fluida, ou seja, fácil de ler e de compreender.

A coerência e a organização vão valorizar cada ponto de seus argumentos. Quanto mais fácil for para o corretor entender seu texto, maiores as chances de garantir uma boa nota.

Importante: não se esqueça de revisar seu texto dissertativo-argumentativo antes de entregar!

Esse é o momento de prestar atenção nos erros gramaticais, na ortografia e na pontuação. Uma dica importante: se você não está seguro sobre a grafia de uma palavra, substitua por um sinônimo.

Caso você não conheça uma palavra com um significado semelhante, mude a frase. O importante é não perder pontos à toa! Outra dica é: ler exemplos de texto dissertativos argumentativos podem te ajudar na construção de vocabulário.

Para melhorar sua compreensão, veja uma aula sobre como escrever a redação do Enem:

Exemplo de texto dissertativo-argumentativo

Confira a seguir exemplos de redação do Enem que tiraram nota 1000 (nota máxima) em diferentes edições.

Candidata Marcela Sousa Araújo, 21 anos, Itabuna (Bahia) – edição 2016

No meio do caminho tinha uma pedra

No limiar do século XXI,

a intolerância religiosa é um dos principais problemas que o Brasil foi convidado a administrar, combater e resolver. Por um lado, o país é laico e defende a liberdade ao culto e à crença religiosa. Por outros, as minorias que se distanciam do convencional se afundam em abismos cada vez mais profundos, cavados diariamente por opressores intolerantes.

O Brasil é um país de diversas faces, etnias e crenças e defende em sua Constituição Federal o direito irrestrito à liberdade religiosa. Nesse cenário, tomando como base a legislação e acreditando na laicidade do Estado, as manifestações religiosas e a disseminação de ideologias fora do padrão não são bem aceitas por fundamentalistas. Assim, o que deveria caracterizar os diversos “Brasis” dentro da mesma nação é motivo de preocupação.

Paradoxalmente ao Estado laico,

muitos ainda confundem liberdade de expressão com crimes inafiançáveis. Segundo dados do Instituto de Pesquisa da USP, a cada mês são registrados pelo menos 10 denúncias de intolerância religiosa e destas 15% envolvem violência física, sendo as principais vítimas fieis afro-brasileiros. Partindo dessa verdade, o então direito assegurado pela Constituição e reafirmado pela Secretaria dos Direitos Humanos é amputado e o abismo entre oprimidos e opressores torna-se, portanto, maior.

Parafraseando o sociólogo Zygmun Bauman,

enquanto houver quem alimente a intolerância religiosa, haverá quem defenda a discriminação. Tomando como norte a máxima do autor, para combater a intolerância religiosa no Brasil são necessárias alternativas concretas que tenham como protagonistas a tríade Estado, escola e mídia.

O Estado, por seu caráter socializante e abarcativo deverá promover políticas públicas que visem garantir uma maior autonomia religiosa e através dos 3 poderes deverá garantir, efetivamente, a liberdade de culto e proteção; a escola, formadora de caráter, deverá incluir matérias como religião em todos os anos da vida escolar; a mídia, quarto poder, deverá veicular campanhas de diversidade religiosa e respeito às diferenças. Somente assim, tirando as pedras do meio do caminho, construir-se-á um Brasil mais tolerante.

Grifamos o início de alguns parágrafos da redação acima (e das próximas redações) para que você note a coesão e a coerência presente no texto.

Texto dissertativo-argumentativo nota 1000, ano 2015

Candidata Isadora Peter Furtado (17 anos, Pelotas – RS). O tema da Redação Enem 2015 foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”.

A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira é um problema muito presente. Isso deve ser enfrentado, uma vez que, diariamente, mulheres são vítimas desta questão. Neste sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: o legado histórico-cultural e o desrespeito às leis.  Segundo a História, a mulher sempre foi vista como inferior e submissa ao homem. Comprova-se isso pelo fato de elas poderem exercer direitos, ingressarem no mercado de trabalho e escolherem suas próprias roupas muito tempo depois do gênero oposto.

Esse cenário,

juntamente aos inúmeros casos de violência contra as mulheres corroboram a ideia de que elas são vítimas de um histórico-cultural. Nesse ínterim, a cultura machista prevaleceu ao longo dos anos a ponto de enraizar-se na sociedade contemporânea, mesmo que de forma implícita, à primeira vista.

Conforme previsto pela Constituição Brasileira,

todos são iguais perante à lei, independente de cor, raça ou gênero, sendo a isonomia salarial, aquela que prevê mesmo salário para mesma função, também garantidas por lei. No entanto, o que se observa em diversas partes do país,  é a gritante diferença  entre os salários de homens e mulheres, principalmente se estas forem negras. Esse fato causa extrema decepção e constrangimento a elas, as quais sentem-se inseguras e sem ter a quem recorrer. Desse modo, medidas fazem-se necessárias para corrigir a problemática.

Diante dos argumentos supracitados,

é dever do Estado proteger as mulheres da violência, tanto física quanto moral, criando campanhas de combate à violência, além de impor leis mais rígidas e punições mais severas para aqueles que não as cumprem. Some-se a isso investimentos em educação, valorizando e capacitando os professores, no intuito de formar cidadãos comprometidos em garantir o bem-estar da sociedade como um todo.

Também na edição de 2015:

Aluna: Cecília Maria Lima Leite (fonte: g1)

Violação à dignidade feminina

Historicamente, o papel feminino nas sociedades ocidentais foi subjugado aos interesses masculinos e tal paradigma só começou a ser contestado em meados do século XX, tendo a francesa Simone de Beauvoir como expoente. Conquanto tenham sido obtidos avanços no que se refere aos direitos civis, a violência contra a mulher é uma problemática persistente no Brasil, uma vez que ela se dá- na maioria das vezes- no ambiente doméstico. Essa situação dificulta as denúncias contra os agressores, pois muitas mulheres temem expor questões que acreditam ser de ordem particular.

Com efeito,

ao longo das últimas décadas, a participação feminina ganhou destaque nas representações políticas e no mercado de trabalho. As relações na vida privada, contudo, ainda obedecem a uma lógica sexista em algumas famílias. Nesse contexto, a agressão parte de um pai, irmão, marido ou filho; condição de parentesco essa que desencoraja a vítima a prestar queixas, visto que há um vínculo institucional e afetivo que ela teme romper.

Outrossim,

é válido salientar que a violência de gênero está presente em todas as camadas sociais, camuflada em pequenos hábitos cotidianos. Ela se revela não apenas na brutalidade dos assassinatos, mas também nos atos de misoginia e ridicularização da figura feminina em ditos populares, piadas ou músicas. Essa é a opressão simbólica da qual trata o sociólogo Pierre Bordieu: a violação aos Direitos Humanos não consiste somente no embate físico, o desrespeito está –sobretudo- na perpetuação de preconceitos que atentam contra a dignidade da pessoa humana ou de um grupo social.

Destarte,

é fato que o Brasil encontra-se alguns passos à frente de outros países o combate à violência contra a mulher, por ter promulgado a Lei Maria da Penha. Entretanto, é necessário que o Governo reforce o atendimento às vítimas, criando mais delegacias especializadas, em turnos de 24 horas, para o registro de queixas.

Por outro lado,

uma iniciativa plausível a ser tomada pelo Congresso Nacional é a tipificação do feminicídio como crime de ódio e hediondo, no intuito de endurecer as penas para os condenados e assim coibir mais violações. É fundamental que o Poder Público e a sociedade – por meio de denúncias – combatam praticas machistas e a execrável prática do feminicídio.

Em 2015 tivemos ótimas redações, como a abaixo:

Aluna: Amanda Carvalho Maia Castro (fonte: g1)

A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.

O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre.

Dessa forma,

os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.

Além disso,

já o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas.

Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive os de reincidência.

Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino.

Ademais,

é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.

Exemplo de texto dissertativo-argumentativo do Enem de 2017

Essa também foi aprovada pelos avaliadores do MEC e do INEP com a nota máxima na correção oficial. É do candidato Marcus Vinícius de Oliveira.

No Brasil, o início do processo de educação de surdos remonta ao Segundo Reinado. No entanto, esse ato não se configurou como inclusivo, já que se caracterizou pelo estabelecimento de um “apartheid” educacional, ou seja, uma escola exclusiva para tal público, segregando-o dos que seriam considerados “normais” pela população.

Assim,

notam-se desafios ligados à formação educacional das pessoas com dificuldade auditiva, seja por estereotipação da sociedade civil, seja por passividade governamental. Portanto, haja vista que a educação é fundamental para o desenvolvimento econômico do referido público e, logo, da nação, ela deve ser efetivada aos surdos pelos agentes adequados, a partir da resolução dos entraves vinculados a ela.

Sob esse viés,

pode-se apontar como um empecilho à implementação desse direito, reconhecido por mecanismos legais, a discriminação enraizada em parte da sociedade, inclusive dos próprios responsáveis por essas pessoas com limitação. Isso por ser explicado segundo o sociólogo Talcott Parsons, o qual diz que a família é uma máquina que produz personalidades humanas, o que legitima a ideia de que o preconceito por parte de muitos pais dificulta o acesso à educação pelos surdos.

Tal estereótipo está associado a uma possível invalidez da pessoa com deficiência e é procrastinado, infelizmente, desde o Período Clássico grego, em que deficientes eram deixados para morrer por serem tratados como insignificantes, o que dificulta, ainda hoje, seu pleno desenvolvimento e sua autonomia.

Além do mais,

ressalte-se que o Poder Público incrementou o acesso do público abordado ao sistema educacional brasileiro ao tornar a Libras uma língua secundária oficial e ao incluí-la, no mínimo, à grade curricular pública. Contudo, devido à falta de fiscalização e de políticas públicas ostensivas por parte de algumas gestões, isso não é bem efetivado.

Afinal,

dados estatísticos mostram que o número de brasileiros com deficiência auditiva vem diminuindo tanto em escolas inclusivas – ou bilíngues -, como em exclusivas, a exemplo daquela criada no Segundo Reinado. Essa situação abjeta está relacionada à inexistência ou à incipiência de professores que dominem a Libras e à carência de aulas proficientes, inclusivas e proativas, o que deveria ser atenuado por meio de uma maior gerência do Estado nesse âmbito escolar.

Diante do exposto, cabe às instituições de ensino com proatividade o papel de deliberar acerca dessa limitação em palestras elucidativas por meio de exemplos em obras literárias, dados estatísticos e depoimentos de pessoas envolvidas com o tema, para que a sociedade civil, em especial os pais de surdos, não seja complacente com a cultura de estereótipos e preconceitos difundidos socialmente.

Outrossim, o próprio público deficiente deve alertar a outra parte da população sobre seus direitos e suas possibilidades no Estado civil a partir da realização de dias de conscientização na urbe e da divulgação de textos proativos em páginas virtuais, como “Quebrando o Tabu”.

Por fim,

ativistas políticos devem realizar mutirões no Ministério ou na Secretaria de Educação, pressionando os demiurgos indiferentes à problemática abordada, com o fito de incentivá-los a profissionalizarem adequadamente os professores – para que todos saibam, no mínimo, o básico de Libras – e a efetivarem o estudo da Língua Brasileira de Sinais, por meio da disponibilização de verbas e da criação de políticas públicas convenientes, contrariando a teórica inclusão da primeira escola de surdos brasileira.

Lembrando que grifamos algumas partes dos textos para mostrar os elementos de ligação entre os parágrafos. Isso é bastante importante para o seu texto dissertativo-argumentativo!

Agora que você já viu vários exemplos, é sua hora de escrever! Veja o nosso post com uma lista de temas de redação e pratique para melhorar o seu texto.